<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><channel><title>Citi on Crypto GOD Brasil</title><link>https://br.crypto-god.com/tags/citi/</link><description>Recent content in Citi on Crypto GOD Brasil</description><image><title>Crypto GOD Brasil</title><url>https://br.crypto-god.com/images/og-default.jpg</url><link>https://br.crypto-god.com/images/og-default.jpg</link></image><generator>Hugo</generator><language>pt-br</language><lastBuildDate>Sun, 04 Oct 2026 08:45:00 +0800</lastBuildDate><atom:link href="https://br.crypto-god.com/tags/citi/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Citi eleva o alvo do Bitcoin para US$ 113 mil no dia da eleição: o payroll de apenas 29 mil vagas derruba a aposta de alta do Fed, US$ 433 milhões em liquidações — e o que muda para quem compra em reais</title><link>https://br.crypto-god.com/posts/citi-alvo-bitcoin-113-mil-payroll-fraco-eleicao-brasil-2026/</link><pubDate>Sun, 04 Oct 2026 08:45:00 +0800</pubDate><guid>https://br.crypto-god.com/posts/citi-alvo-bitcoin-113-mil-payroll-fraco-eleicao-brasil-2026/</guid><description>O payroll de setembro criou só 29 mil vagas nos EUA, o Bitcoin subiu até US$ 87.085 e devolveu tudo em uma noite, com US$ 433,57 milhões liquidados em 24 horas. O Citi elevou o alvo de 12 meses para US$ 113 mil, os ETFs voltaram a comprar, e o Brasil vota no 1º turno com o dólar PTAX a R$ 5,2238 e o Bitcoin perto de R$ 442 mil — com o prazo de 30 de outubro do Banco Central correndo por fora.</description><content:encoded><![CDATA[<p>A sexta-feira (2) tinha tudo para ser o dia em que o Bitcoin romperia os US$ 87 mil com folga. O payroll de setembro veio com <strong>apenas 29 mil vagas criadas</strong> nos Estados Unidos, contra um consenso que ia de 84 mil a 90 mil — o tipo de dado fraco que derruba a aposta em juros altos e empurra o capital para o risco. O Bitcoin subiu. Por volta das 13h30 UTC, tocou <strong>US$ 87.085,81</strong>, o maior preço em cerca de dez dias. E devolveu tudo em uma única noite.</p>
<p>Na manhã de sábado (3), às 06h00 UTC, o BTC negociava a <strong>US$ 84.635,62</strong>, queda de <strong>1,6% em 24 horas</strong>, dentro de uma faixa de 24 horas que teve <strong>mínima de US$ 83.898,29</strong> e máxima de US$ 87.085,81, segundo dados do CoinGecko. A capitalização de mercado ficou em <strong>US$ 1,701 trilhão</strong> e o volume à vista em 24 horas, em US$ 38,5 bilhões. No meio do caminho, <strong>US$ 433,57 milhões</strong> em posições foram encerradas à força — e <strong>US$ 321,77 milhões delas eram apostas de alta</strong>, ou 74,2% do total. Foram <strong>100.263 traders</strong> liquidados, de acordo com a CoinGlass.</p>
<p>É o mesmo roteiro de sempre, com um detalhe que muda o tamanho da conta: o dado veio bom, o preço subiu, a alavancagem entrou atrasada e quem chegou por último pagou o jantar de quem estava posicionado antes.</p>
<h2 id="o-payroll-que-matou-a-aposta-de-alta">O payroll que matou a aposta de alta</h2>
<p>Vamos aos números, sem filtro. O relatório do BLS mostrou <strong>29 mil vagas</strong> criadas em setembro, com a taxa de desemprego subindo de 4,1% para <strong>4,2%</strong> — 7,1 milhões de pessoas desempregadas — e o salário médio por hora praticamente parado em <strong>US$ 37,81</strong>, com alta mensal de 0,13% (a expectativa era de 0,3%) e ganho de 3,02% em 12 meses.</p>
<p>O que o mercado digeriu pior foram as revisões. Julho, que antes aparecia com abertura de 21 mil vagas, virou <strong>fechamento de 10 mil postos</strong>. Agosto caiu de 162 mil para <strong>133 mil</strong>. Somados, os dois meses ficaram <strong>60 mil vagas abaixo</strong> do que havia sido informado antes. Para efeito de comparação, a média mensal de criação de vagas nos doze meses anteriores tinha sido de 45 mil — ou seja, setembro veio abaixo até dessa média já modesta.</p>
<p>O efeito imediato foi no preço do dinheiro. O Fed subiu os juros em 16 de setembro para a faixa de <strong>3,75% a 4,00%</strong>, a primeira alta desde julho de 2023, e a reunião seguinte do FOMC está marcada para <strong>27 e 28 de outubro</strong>. Com um mercado de trabalho esfriando desse jeito, a leitura que se firmou no fim da semana foi a de <strong>manutenção dos juros</strong>, não de nova alta. Juro parado é vento a favor de ativo de risco — mas, como o gráfico mostrou, não de graça e nem em linha reta.</p>
<h2 id="us-87-mil-de-novo-e-de-novo-a-parede">US$ 87 mil de novo, e de novo a parede</h2>
<p>Repare no que o gráfico desenhou: esta é a <strong>segunda rejeição em torno dos US$ 87 mil em cerca de duas semanas</strong>. Quando o preço sobe, falha e volta, o mercado passa a olhar para os níveis com outra régua. Do lado de baixo, os <strong>US$ 83.898</strong> são o primeiro divisor: enquanto o BTC se mantiver acima disso, a leitura é de correção dentro de uma recuperação que começou no terceiro trimestre. Perder esse piso confirmaria os US$ 87.085 como um <strong>topo mais baixo</strong> e deslocaria a próxima leva de liquidações para baixo do preço, com a média móvel de 365 dias perto dos <strong>US$ 80 mil</strong> como referência seguinte. Do lado de cima, só a reconquista dos <strong>US$ 87.000</strong> valida qualquer tentativa de rompimento.</p>
<p>E há um detalhe estrutural que não aparece no preço: o <strong>open interest dos futuros perpétuos de Bitcoin está em US$ 67,901 bilhões</strong>, cerca de 4% de toda a capitalização do BTC. Alavancagem alta com preço parado é combustível guardado — a próxima oscilação brusca, para cima ou para baixo, tende a forçar mais uma rodada de encerramentos antes da reunião do Fed de 27 e 28 de outubro.</p>
<h2 id="us-433-milhões-100-mil-traders-quem-entrou-alavancado-pagou-a-conta">US$ 433 milhões, 100 mil traders: quem entrou alavancado pagou a conta</h2>
<p>A assimetria das liquidações conta a história melhor do que qualquer análise. Na janela de <strong>12 horas</strong> que cobriu a perna final da queda, foram <strong>US$ 201,52 milhões em longs</strong> contra apenas <strong>US$ 20,87 milhões em shorts</strong> — ou seja, <strong>90,6% do estrago</strong> caiu sobre quem apostava na alta. No Bitcoin especificamente, as liquidações de longs somaram <strong>US$ 74,50 milhões</strong>, contra US$ 29,18 milhões dos shorts. A maior ordem individual encerrada foi um ETHUSDT na Binance, de <strong>US$ 4,51 milhões</strong>.</p>
<p>O recado é simples: o payroll fraco criou a expectativa de alta, e a alavancagem comprou essa expectativa no pior preço possível. Quem estava comprado à vista viu o preço voltar ao ponto de partida. Quem estava comprado com margem viu a posição virar pó.</p>
<h2 id="o-citi-virou-o-jogo-no-papel">O Citi virou o jogo no papel</h2>
<p>Enquanto o gráfico devolvia o rali, o sell-side fazia o movimento contrário. Em nota divulgada no dia 1º de outubro, o <strong>Citi elevou o alvo de 12 meses do Bitcoin de US$ 82.000 para US$ 113.000</strong> — um salto de mais de 37% de uma vez — e subiu também o alvo do Ethereum, de US$ 2.240 para <strong>US$ 3.028</strong>. O banco projeta <strong>US$ 5 bilhões em entradas</strong> em produtos de cripto nos próximos doze meses, em ritmo mais lento, porém mais constante, à medida que consultores e corretoras aumentam gradualmente a alocação em bitcoin.</p>
<p>Três argumentos sustentam a tese, segundo o próprio banco: <strong>atividade cripto mais forte</strong>, um <strong>cenário macroeconômico favorável</strong> e a <strong>retomada dos fluxos para os ETFs</strong>. O Citi também registrou que a derrota da CLARITY Act no Senado estreitou o caminho para um projeto de estrutura de mercado — mas que os anúncios de regras da SEC logo depois reduziram o sentimento negativo que vinha do Congresso. É uma leitura importante: mesmo sem a lei, o arcabouço regulatório americano seguiu andando pela porta da agência.</p>
<p>Contexto ajuda a calibrar o otimismo. O Bitcoin subiu cerca de <strong>40% desde as mínimas de julho</strong> e o Ethereum, cerca de <strong>68% em três meses</strong>. Ainda assim, as perdas no acumulado do ano seguem em torno de <strong>4% para o BTC e 9% para o ETH</strong>, e o preço continua perto de 30% abaixo do recorde de outubro de 2025.</p>
<h2 id="enquanto-isso-os-etfs-voltaram-a-comprar">Enquanto isso, os ETFs voltaram a comprar</h2>
<p>Os fluxos institucionais explicam por que o Citi mexeu no alvo justamente agora. Em <strong>30 de setembro</strong>, os ETFs à vista de Bitcoin nos Estados Unidos registraram <strong>saída líquida de US$ 148,7 milhões</strong>, encerrando uma sequência de nove pregões de entradas que havia acumulado cerca de <strong>US$ 3,1 bilhões</strong>. No dia seguinte, <strong>1º de outubro</strong>, o fluxo virou: <strong>entrada líquida de US$ 102,67 milhões</strong>, liderada pela <strong>IBIT, da BlackRock, com US$ 195,57 milhões</strong> em um único dia. Setembro havia fechado com <strong>US$ 2,65 bilhões</strong> de entradas líquidas acumuladas.</p>
<p>O padrão que importa para quem investe de fora é este: o dinheiro grande não saiu do mercado quando o preço caiu — ele só parou de entrar por um dia e voltou no dia seguinte. É a diferença entre fluxo e manchete.</p>
<h2 id="dia-de-eleição-o-brasil-vota-com-o-dólar-a-r-522-e-o-bitcoin-a-r-442-mil">Dia de eleição: o Brasil vota com o dólar a R$ 5,22 e o Bitcoin a R$ 442 mil</h2>
<p>Agora, a parte que é sua. Neste domingo, <strong>4 de outubro</strong>, o Brasil vai às urnas no <strong>1º turno da eleição presidencial</strong> — e, se nenhum candidato atingir maioria, a disputa vai para o <strong>2º turno em 25 de outubro</strong>. O mercado entra nessa semana com dois números na mesa: a <strong>PTAX de venda fechou 2 de outubro em R$ 5,2238</strong> (compra a R$ 5,2232), alta de 0,31% no dia, e o <strong>Bitcoin vale cerca de R$ 442 mil</strong> — com o BTC perto de US$ 84,6 mil e o dólar oficial nesse patamar, uma unidade do ativo passa de R$ 442.469 nas cotações do fim de semana.</p>
<p>O pano de fundo doméstico é peculiar. A <strong>Selic está em 13,75% ao ano</strong> depois do corte de 16 de setembro, e a próxima reunião do Copom só acontece em <strong>3 e 4 de novembro</strong> — ou seja, outubro inteiro corre sem reunião do Banco Central, com o diferencial de juros praticamente congelado. Esse carry alto é o que vem segurando o real: o dólar ainda cai cerca de <strong>7% em 2026</strong> pela PTAX, mesmo depois de devolver parte do ganho no trimestre.</p>
<p>E aqui entra o cenário que interessa a quem compra cripto em reais. Um estudo da Empiricus Research sobre eleições recentes no <strong>Chile, na Colômbia e no Peru</strong> — todas com alternância de governo — mostrou valorização das moedas locais nos 42 pregões seguintes ao segundo turno: <strong>+6,5% no peso chileno, +9% no peso colombiano e +0,6% no sol peruano</strong>. Ajustando o movimento brasileiro pela volatilidade, o cenário-base do estudo aponta para um real mais forte, com o dólar entre <strong>R$ 4,94 e R$ 4,87</strong>; nos cenários conservadores, a faixa fica em <strong>R$ 4,93 a R$ 4,94</strong>. O <strong>Goldman Sachs</strong> trabalha com um intervalo ainda mais largo: de <strong>R$ 4,50 a R$ 4,80</strong> se houver disciplina fiscal depois da eleição, e até <strong>R$ 5,80</strong> se o prêmio de risco voltar aos máximos de dezembro de 2024. A mediana das projeções compiladas pela Bloomberg está em <strong>R$ 5,20</strong> para o quarto trimestre.</p>
<p>Vale entender a mecânica, porque ela engana. Com o real mais forte, <strong>o mesmo Bitcoin custa menos reais</strong> — mas cada real seu compra mais dólar. Quem compra BTC em reais não está fazendo só uma aposta no preço do Bitcoin em dólar: está comprando simultaneamente o ativo e a moeda em que ele é precificado. E, com a Selic a 13,75% e o Fed entre 3,75% e 4,00%, o custo de ficar parado em real não desapareceu — ele só mudou de forma.</p>
<p>O caminho prático para entrar continua curto: cadastro em minutos, <strong>depósito via Pix caindo na hora</strong> e compra de ativo virtual via Pix que <strong>não é operação de câmbio</strong>, com a trilha fiscal pronta para a Receita. Só lembre do detalhe que pega todo mundo: o <strong>limite noturno padrão do Pix é de R$ 1.000 entre 20h e 6h</strong>. Reduzir esse limite o banco atende na hora; aumentar leva de <strong>24 a 48 horas</strong> para valer. Se você pretende operar à noite, ajuste antes.</p>
<h2 id="o-que-já-está-valendo-desde-1º-de-outubro">O que já está valendo desde 1º de outubro</h2>
<p>Enquanto o mercado olha para a eleição, a regra brasileira andou — e essa parte não espera a urna. Desde <strong>1º de outubro de 2026</strong> está em vigor a <strong>Resolução BCB nº 588</strong>, de 23 de setembro, que incluiu na comunicação específica ao <strong>Coaf</strong> as transferências de ativos virtuais <strong>para ou de carteiras autocustodiadas</strong> de valor <strong>igual ou superior a US$ 10 mil</strong>. A comunicação é obrigatória mesmo que a operação não apresente nenhum outro indício de irregularidade. Isso <strong>não é crime novo nem bloqueio de recursos</strong>: é uma obrigação de reporte, criada porque carteiras autocustodiadas oferecem menos informação para monitoramento do que as operações mantidas dentro de instituições autorizadas.</p>
<p>Junto com ela veio a <strong>Resolução BCB nº 589</strong>, que ampliou o volume de informações que as empresas do setor precisam entregar ao Banco Central — incluindo, para operações de <strong>staking</strong>, demonstrações verificáveis do total de ativos de clientes alocados nesses serviços.</p>
<p>O calendário duro é este:</p>
<ul>
<li><strong>30 de outubro de 2026</strong>: prazo final para as prestadoras que já operavam protocolarem o pedido de autorização no Banco Central. Quem não protocolar encerra as atividades.</li>
<li><strong>6 de novembro de 2026</strong>: instituições autorizadas passam a ser proibidas de realizar ou viabilizar operações com prestadores fora das condições permitidas pela regulação.</li>
<li><strong>1º de janeiro de 2027</strong>: entram as medidas antifraude, com retenção cautelar de até 24 horas em transferências acima de US$ 10 mil destinadas a carteiras próprias ou ao exterior — retenção cautelar, não bloqueio definitivo.</li>
</ul>
<p>O capital mínimo exigido das prestadoras vai de cerca de <strong>R$ 10,8 milhões a R$ 37,2 milhões</strong>, conforme a atividade, com segregação patrimonial obrigatória. A régua é alta de propósito, e o mercado já está se movendo por causa dela: a <strong>Crypto.com encerra a conta em reais em 25 de outubro</strong>, a <strong>Ripio deixa de manter saldo em reais a partir de 30 de outubro</strong> — convertendo depósitos em reais para a stablecoin wBRL, mantendo saques via Pix — e a <strong>Bitso encerra o atendimento direto ao varejo</strong> no mesmo prazo, migrando os clientes para o <strong>Mercado Bitcoin</strong>, que está no processo de autorização junto ao BC.</p>
<p>E por que isso importa para o seu bolso? Porque, no Brasil, o ativo digital mais usado não é uma aposta: é o <strong>dólar em forma de token</strong>. Dos <strong>R$ 1,58 trilhão</strong> em compra e venda de criptoativos registrados desde agosto de 2019, <strong>R$ 1,13 trilhão (71,7%) foi em stablecoins</strong> — e, nos últimos dois anos, elas ficaram entre <strong>76% e 80%</strong> do volume declarado. Desde julho de 2026, essas operações são informadas à Receita pela <strong>DeCripto</strong>. Ou seja: a plataforma por onde esse dinheiro passa deixou de ser escolha de conveniência e virou escolha de segurança jurídica. Operar em plataforma <strong>autorizada ou em processo de autorização</strong> é, agora, o caminho de menor atrito — e quem ficar fora do processo perde acesso a banco, a parceiro de liquidação e a Pix.</p>
<h2 id="o-resumo-em-uma-linha">O resumo em uma linha</h2>
<p>O payroll fraco matou a aposta de alta do Fed e derrubou o preço de quem entrou alavancado; o Citi elevou o alvo para US$ 113 mil no dia seguinte; os ETFs voltaram a comprar; e o Brasil vota neste domingo com o dólar a R$ 5,2238, o Bitcoin a cerca de R$ 442 mil e uma regra nova já valendo desde 1º de outubro. Quatro forças puxando em direções diferentes — e todas elas visíveis no mesmo gráfico.</p>
<p>A pergunta que sobra não é o que o Bitcoin faz na segunda-feira. É se você vai olhar o próximo payroll, a próxima decisão de juros ou o próximo dado de fluxo pelo retrovisor — ou se vai estar posicionado antes de a manchete sair.</p>
<h2 id="leia-também">Leia também</h2>
<ul>
<li>O dia em que a B3 estreou o futuro de Bitcoin em dólar e o câmbio deixou de ser o risco escondido do investidor em <a href="/posts/bitcoin-87-mil-b3-futuro-bitcoin-dolar-2026/">Bitcoin a US$ 87 mil e o futuro de Bitcoin em dólar na B3</a>.</li>
<li>O que o Senado americano descobriu sobre as carteiras sancionadas e por que isso interessa a quem guarda USDT no Brasil em <a href="/posts/usdt-senado-eua-tether-ira-carteiras-sancionadas-brasil-2026/">USDT no radar antiterrorismo do Senado dos EUA</a>.</li>
<li>Compare taxas, liquidez e segurança antes de escolher onde comprar no guia das <a href="/posts/melhores-exchanges-brasil/">melhores exchanges de criptomoedas no Brasil</a>.</li>
</ul>



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