<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><channel><title>Remessas Internacionais on Crypto GOD Brasil</title><link>https://br.crypto-god.com/tags/remessas-internacionais/</link><description>Recent content in Remessas Internacionais on Crypto GOD Brasil</description><image><title>Crypto GOD Brasil</title><url>https://br.crypto-god.com/images/og-default.jpg</url><link>https://br.crypto-god.com/images/og-default.jpg</link></image><generator>Hugo</generator><language>pt-br</language><lastBuildDate>Thu, 01 Oct 2026 08:45:00 +0800</lastBuildDate><atom:link href="https://br.crypto-god.com/tags/remessas-internacionais/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>A Resolução BCB 561 entra em vigor hoje: stablecoin sai do trilho das remessas internacionais — e continua liberada na sua carteira</title><link>https://br.crypto-god.com/posts/resolucao-bcb-561-em-vigor-stablecoin-remessas-brasil-2026/</link><pubDate>Thu, 01 Oct 2026 08:45:00 +0800</pubDate><guid>https://br.crypto-god.com/posts/resolucao-bcb-561-em-vigor-stablecoin-remessas-brasil-2026/</guid><description>A Resolução BCB 561 entra em vigor em 1º de outubro e tira stablecoins e criptoativos da liquidação do eFX, o trilho regulado das remessas internacionais. Comprar, guardar e transferir stablecoin em prestadora autorizada segue permitido — e o prazo de 31 de maio de 2027 já está correndo para quem opera sem autorização do Banco Central.</description><content:encoded><![CDATA[<p>Hoje, <strong>1º de outubro de 2026</strong>, a <strong>Resolução BCB nº 561</strong> entra em vigor. A partir de agora, o prestador de serviço de pagamento ou transferência internacional — o chamado <strong>eFX</strong> — não pode mais liquidar a ponta internacional de uma remessa com <strong>stablecoin, Bitcoin ou qualquer outro ativo virtual</strong>. O pagamento ou recebimento entre o prestador e a contraparte no exterior só pode acontecer por <strong>operação de câmbio</strong> ou por <strong>movimentação em conta em reais de não residente mantida no Brasil</strong>.</p>
<p>E o que <strong>não</strong> muda é igualmente importante: <strong>comprar, vender, guardar e transferir stablecoin continua liberado</strong> para quem faz isso em uma prestadora de serviços de ativos virtuais autorizada a funcionar pelo Banco Central, no marco da <strong>Lei 14.478/2022</strong>. O que o Banco Central fechou foi um trilho de liquidação específico, dentro do mercado de câmbio regulado. Não foi a stablecoin.</p>
<p>A diferença tem tamanho de mercado: o Brasil movimenta entre <strong>US$ 6 bilhões e US$ 8 bilhões por mês</strong> em criptoativos, com as stablecoins respondendo por cerca de <strong>90% do volume</strong>, segundo dados da <a href="https://www.coindesk.com/policy/2026/05/02/brazil-s-central-bank-bans-stablecoin-and-crypto-settlement-in-cross-border-payments">Receita Federal citados pela CoinDesk</a>. Nesse volume, a stablecoin quase nunca era o produto que o cliente queria. Era o encanamento por baixo dele.</p>
<h2 id="o-que-muda-exatamente-a-partir-de-hoje">O que muda exatamente a partir de hoje</h2>
<p>O <strong>eFX</strong> é o serviço usado para pagar compras no exterior, contratar serviços internacionais e fazer transferências internacionais de recursos — o modelo digital, massificado e de baixo valor individual que sustenta boa parte dos aplicativos de câmbio. A norma que reorganiza esse serviço foi publicada em <strong>30 de abril de 2026</strong> pelo Banco Central e altera a Resolução BCB nº 277/2022, segundo o <a href="https://www.bcb.gov.br/detalhenoticia/21110/nota">comunicado oficial do BC</a>.</p>
<p>Pelo texto que passa a valer hoje, o pagamento ou o recebimento entre o prestador de eFX e sua contraparte no exterior <strong>somente pode ser realizado por meio de operação de câmbio ou de movimentação de interesse de terceiro em conta em reais de não residente mantida no Brasil, sendo vedado o uso de ativos virtuais</strong> — a redação está no art. 56-B, § 2º, da <a href="https://www.legisweb.com.br/legislacao/?id=495246">Resolução BCB nº 277/2022 com as alterações da 561</a> e também no <a href="https://normativos.bcb.gov.br/Votos/BCB/202657/Voto_do_BC_57_2026.pdf">voto que aprovou a norma</a>.</p>
<p>Na prática, o fluxo que deixou de existir é este: a fintech recebe reais do cliente no Brasil, converte em dólar digital, liquida a ponta de fora em blockchain e entrega a moeda estrangeira ao destinatário. Esse caminho foi fechado.</p>
<p>Junto com a vedação, vêm três obrigações estruturais:</p>
<ul>
<li><strong>Só instituição autorizada pode prestar eFX</strong>: bancos, a Caixa Econômica Federal, agências de fomento, sociedades de crédito, financiamento e investimento, corretoras e distribuidoras de títulos e valores mobiliários, corretoras de câmbio e instituições de pagamento autorizadas nas modalidades de <strong>emissor de moeda eletrônica</strong>, <strong>emissor de instrumento de pagamento pós-pago</strong> ou <strong>credenciador</strong>.</li>
<li><strong>Contas segregadas</strong>: os recursos dos clientes de eFX precisam transitar em conta destinada exclusivamente a isso, separada do caixa da própria empresa.</li>
<li><strong>Reporte mensal detalhado</strong> ao Banco Central, pelo Sistema Câmbio, até o dia 10 do mês seguinte.</li>
</ul>
<p>O resumo do pacote está no <a href="https://www.letsmoney.com.br/noticias/bc-efx-autorizacao-fintechs-2027/">levantamento do LetsMoney sobre a Resolução 561</a>, e o detalhamento das hipóteses de transição está no <a href="https://okai.com.br/artigo/novos-parametros-para-efx-resolucao-bcb-no-561-2026">artigo do escritório Okai</a>.</p>
<h2 id="não-é-uma-proibição-de-stablecoin--e-essa-diferença-vale-dinheiro">Não é uma proibição de stablecoin — e essa diferença vale dinheiro</h2>
<p>Nos últimos meses, a manchete que circulou foi &ldquo;Banco Central proíbe stablecoins em pagamentos internacionais&rdquo;. Ela é imprecisa. A própria <a href="https://finsidersbrasil.com.br/regulamentacao/resolucao-bcb-561-efx-stablecoins-pagamentos-internacionais/">análise da Finsiders sobre a 561</a> mostra por quê: a norma trata de um nicho do mercado cambial, o eFX. E o Anexo V da Resolução BCB nº 277/2022 continua reconhecendo o código de finalidade <strong>34038 — &ldquo;demais soluções de pagamento digital — ativos virtuais&rdquo;</strong>. O ativo virtual não desapareceu da norma cambial. O que foi vedado é o uso dele como <strong>trilho de liquidação</strong> entre o prestador de eFX e a contraparte no exterior.</p>
<p>Do lado do investidor, nada disso muda a licença das prestadoras de serviços de ativos virtuais, que segue sob a <strong>Resolução BCB nº 520</strong>, em vigor desde <strong>2 de fevereiro de 2026</strong>. Quem compra e guarda USDT em exchange autorizada continua comprando e guardando USDT. Transferências entre carteiras, autocustódia e operações <strong>P2P</strong> seguem as regras da Resolução BCB nº 521 e as obrigações de declaração junto à Receita Federal.</p>
<p>O CEO da Coinext, José Artur Ribeiro, foi direto ao ponto: a Resolução 561 <strong>não afeta em nada</strong> o investidor que compra ou guarda stablecoins em exchanges, porque a medida é sobre a infraestrutura de liquidação de remessas, não sobre o acesso aos criptoativos. O efeito colateral, segundo ele, fica no mercado de pagamentos internacionais — com a volta obrigatória ao câmbio tradicional, retornam o spread bancário, as tarifas de correspondentes e uma liquidação que pode levar dias em vez de minutos. Esse custo não fica com a fintech: chega ao consumidor final em tarifas mais altas e cotações piores, como ele explicou ao <a href="https://www.moneytimes.com.br/resolucao-do-banco-central-limita-uso-de-stablecoins-no-brasil-investidor-deve-se-preocupar-rens">Money Times</a>.</p>
<p>Vale guardar o número: as stablecoins já respondem por cerca de <strong>80% do volume declarado de criptoativos</strong> no Brasil, segundo a <a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/noticias/2026/julho/stablecoins-ja-respondem-por-cerca-de-80-do-volume-declarado-de-criptoativos-no-brasil">Receita Federal</a>. É por isso que uma regra sobre trilho de liquidação parece, na manchete, uma regra sobre o ativo em si. Para quem quer entender onde a stablecoin entra na rotina de quem investe do Brasil, vale revisar <a href="/posts/o-que-e-usdt-guia-comprar-pix-2026/">o guia de USDT com compra via Pix</a> e o <a href="/posts/stablecoins-guia-brasil-2026/">panorama das stablecoins no país</a>.</p>
<h2 id="quem-sente-na-prática-nomad-braza-bank-e-as-fintechs-de-remessa">Quem sente na prática: Nomad, Braza Bank e as fintechs de remessa</h2>
<p>A regra não nasceu contra empresas específicas, mas o desenho atinge quem construiu a economia do produto sobre liquidação em stablecoin. A <a href="https://www.coindesk.com/policy/2026/05/02/brazil-s-central-bank-bans-stablecoin-and-crypto-settlement-in-cross-border-payments">CoinDesk</a> aponta dois casos conhecidos: a <strong>Nomad</strong>, que usa a rede da Ripple para mover recursos entre Brasil e Estados Unidos e liquida em stablecoins, e o <strong>Braza Bank</strong>, que emitiu uma stablecoin lastreada em real na XRP Ledger. Para os dois modelos, a ponta internacional precisa ser reconstruída em cima de operação de câmbio formal ou de conta em reais de não residente.</p>
<p>Na mesma reportagem, a CoinDesk atualizou o texto para registrar que a <strong>Wise não usa criptoativos nas liquidações internacionais</strong> — ou seja, a leitura de que toda fintech de câmbio do país operava com stablecoin não se sustenta. O que existe é um grupo de empresas que estruturou produtos assim, e que agora tem um projeto de re-encanamento nas mãos, com prazo.</p>



<div class="binance-cta">
  <div class="cta-gold-border"></div>
  <div class="cta-content">
    <h3 class="cta-title">🚀 Pronto para começar?</h3>
    <p class="cta-text">
      A melhor exchange para brasileiros 👋 Use o código <strong>HERMESS</strong> ao se cadastrar na Binance e dê seu primeiro passo no mundo cripto!
    </p>
    <div class="cta-buttons">
      <a href="https://www.binance.com/register?ref=HERMESS" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="cta-button-primary">
        Criar Conta Agora →
      </a>
      <a href="https://www.binance.com/register?ref=HERMESS" target="_blank" rel="noopener noreferrer" class="cta-button-secondary">
        Código: HERMESS
      </a>
    </div>
    <p class="cta-disclaimer">
      ⚠️ Este conteúdo é apenas informativo e não constitui recomendação de investimento. Investir em criptomoedas envolve riscos. Faça sua própria pesquisa (DYOR).
    </p>
  </div>
</div>

<h2 id="o-calendário-1º-de-outubro-30-de-outubro-e-31-de-maio-de-2027">O calendário: 1º de outubro, 30 de outubro e 31 de maio de 2027</h2>
<p>As datas se acumulam, e cada uma fecha uma porta diferente:</p>
<ul>
<li><strong>1º de outubro de 2026</strong> — a Resolução BCB nº 561 entra em vigor. Ativo virtual sai da liquidação entre prestador de eFX e contraparte no exterior.</li>
<li><strong>30 de outubro de 2026</strong> — a instituição já autorizada pelo Banco Central que presta eFX precisa incluir essa modalidade no sistema <strong>Unicad</strong>. É a mesma data-limite do prazo regulatório das prestadoras de serviços de ativos virtuais, e o panorama completo desse outro relógio está em <a href="/posts/banco-central-37-2-milhoes-30-de-outubro-290-corretoras-mercado-bitcoin-fomc-2026/">nossa análise sobre o prazo de 30 de outubro</a>.</li>
<li><strong>31 de maio de 2027</strong> — quem presta eFX sem autorização do Banco Central só pode continuar operando se pedir autorização para funcionar como instituição de pagamento em uma das três modalidades previstas: emissor de moeda eletrônica, emissor de instrumento de pagamento pós-pago ou credenciador.</li>
<li><strong>30 dias depois</strong> — o prestador que não protocolou o pedido no prazo, ou que recebeu indeferimento ou arquivamento definitivo sem direito a recurso, precisa encerrar a prestação do eFX.</li>
</ul>
<p>Durante a transição, quem não tem autorização opera com o escopo reduzido. No caso de pessoa jurídica em geral, fica limitada à aquisição de bens e serviços por solução de pagamento digital, com teto de <strong>US$ 10.000</strong> por operação.</p>
<h2 id="a-porta-que-abre-até-us-10-mil-por-operação-para-investir-fora">A porta que abre: até US$ 10 mil por operação para investir fora</h2>
<p>A 561 não apenas restringe: ela também amplia o eFX em uma direção específica. O serviço passa a cobrir <strong>transferências de recursos relacionados a investimento no mercado financeiro e no mercado de valores mobiliários, no país ou no exterior</strong>, limitadas a <strong>US$ 10.000 por operação</strong>. O mesmo teto vale para a aquisição de bens e serviços por solução de pagamento digital quando não houver integração com plataforma de comércio eletrônico.</p>
<p>Para o investidor pessoa física, é uma avenida nova: usar a estrutura de uma fintech de câmbio para colocar até US$ 10 mil por operação em ativos no exterior, sem depender de uma remessa tradicional. O detalhamento prático e o efeito de concorrência sobre os canais tradicionais estão na <a href="https://www.mercgroup.com.br/insights/bcb-561-efx-investimentos-exterior-vigencia-outubro">análise da MercGroup sobre a vigência da norma</a>.</p>
<p>Um ponto que não muda: as obrigações fiscais continuam as mesmas. Quem investe fora segue lidando com a Declaração de Capitais Brasileiros no Exterior e com a Declaração de Ajuste Anual, e a apuração de ganho de capital no Brasil continua seguindo as regras da Receita Federal, como já detalhamos <a href="/posts/imposto-criptomoedas-brasil-2026/">no guia sobre imposto em criptomoedas</a>.</p>
<h2 id="onde-isso-deixa-quem-já-tem-cripto-no-brasil">Onde isso deixa quem já tem cripto no Brasil</h2>
<p>Enquanto o trilho regulado muda de forma, o preço seguiu o próprio caminho.</p>
<p>Na terça-feira, <strong>29 de setembro</strong>, o Bitcoin voltou a ser negociado acima de <strong>US$ 84 mil</strong>, cotado a <strong>US$ 84.381</strong> por volta das 9h30, com alta de cerca de <strong>1,5%</strong> em 24 horas, recuperando parte da queda da véspera — quando o recuo até <strong>US$ 82,5 mil</strong> ajudou a liquidar cerca de <strong>US$ 500 milhões</strong> em posições alavancadas e atingiu <strong>129.197 traders</strong> em 24 horas, segundo o <a href="https://www.infomoney.com.br/onde-investir/bitcoin-criptos-cotacao-29092026/">InfoMoney</a>.</p>
<p>O apoio do mês veio dos fundos negociados em bolsa: os ETFs de Bitcoin à vista dos Estados Unidos captaram <strong>US$ 2,39 bilhões na semana encerrada em 25 de setembro</strong>, o maior volume semanal desde outubro de 2025, e ainda somaram <strong>US$ 66,19 milhões em 29 de setembro</strong>, no nono pregão consecutivo de entrada líquida, com o <strong>IBIT, da BlackRock, respondendo por US$ 51,09 milhões</strong> desse total, conforme o <a href="https://jornaldobitcoin.com.br/noticias/etfs-bitcoin-eua-entradas-us-66-milhoes-setembro-2026">Jornal do Bitcoin</a>.</p>
<p>O pano de fundo macro continua apertado: o Fed elevou os juros em <strong>16 de setembro</strong> para a faixa de <strong>3,75% a 4%</strong>, na primeira alta desde 2023, e sinalizou mais um aumento neste ano. Segundo a Bitfinex, as apostas em nova alta em outubro chegaram a <strong>70,3%</strong> — mas, na quarta-feira (30), depois de falas de dirigentes do Fed, o mercado reduziu essa chance para <strong>34%</strong> antes da reunião marcada para <strong>29 de outubro</strong>. O Treasury de dez anos segue em <strong>5,17%</strong>, e a Bitfinex trabalha com um cenário de consolidação entre <strong>US$ 84 mil e US$ 87.722</strong>. Aqui, a <strong>Selic está em 13,75% ao ano</strong> após o quinto corte consecutivo decidido em 16 de setembro, conforme os <a href="https://www.bcb.gov.br/controleinflacao/comunicadoscopom">comunicados do Copom</a>.</p>
<p>No fechamento do mês, em <strong>30 de setembro</strong>, o Bitcoin era negociado <strong>acima dos US$ 85.000</strong>, com setembro em <strong>+6,6%</strong> e o trimestre em <strong>+43%</strong> — o melhor desempenho trimestral desde o quarto trimestre de 2024, segundo a <a href="https://livecoins.com.br/bitcoin-se-prepara-para-fechar-3o-trimestre-de-2026-em-alta-de-43/">Livecoins</a>. No levantamento do <a href="https://portaldobitcoin.uol.com.br/bitcoin-superou-todos-os-principais-ativos-no-3o-trimestre-incluindo-o-ouro/">Portal do Bitcoin</a>, entre o fechamento de 30 de junho e 28 de setembro, o BTC subiu <strong>42,79%</strong>, o melhor desempenho entre oito mercados acompanhados, à frente do petróleo Brent (+34,05%), do Ibovespa (+6,38%) e do ouro (+4,71%).</p>
<p>Junte as três camadas e o recado fica claro. O que muda hoje é a <strong>encanamento</strong> do câmbio regulado, não a sua carteira. O eFX fica mais lento e mais caro na ponta internacional, e é isso que a 561 impõe. Do outro lado, o número de brasileiros com alguma exposição a cripto já chega a <strong>17,2% da população acima de 16 anos — quase 29 milhões de pessoas</strong>, segundo a 2ª Pesquisa Nacional de Criptomoedas, do Datafolha com a Paradigma, citada pelo <a href="https://www.mercadobitcoin.com.br/blog/mb-explica/regulacao-cripto-no-brasil-o-que-muda/">Mercado Bitcoin</a>. Esse contingente não perdeu acesso a nada hoje. O próximo marco do calendário regulatório é <strong>30 de outubro</strong>, o mesmo dia em que o eFX autorizado se cadastra no Unicad e o setor de ativos virtuais protocola seus pedidos de autorização.</p>
<h2 id="o-que-fazer-com-isso-na-prática">O que fazer com isso, na prática</h2>
<ul>
<li><strong>Confira onde você opera.</strong> A pergunta que passou a valer dinheiro é se a plataforma é autorizada pelo Banco Central ou está em processo de autorização. A lista e o critério estão no <a href="/posts/melhores-exchanges-brasil/">guia de escolha de exchange</a>.</li>
<li><strong>Não confunda &ldquo;ter stablecoin&rdquo; com &ldquo;usar stablecoin como trilho de remessa&rdquo;.</strong> Guardar USDT segue permitido. O que a rede de pagamento internacional regulada não pode mais fazer é liquidar com ele.</li>
<li><strong>Pix continua igual.</strong> Aportar e sacar em reais via Pix não foi tocado pela 561 — os limites seguem os da sua conta e os do <a href="/posts/limites-pix-exchanges-brasil-2026/">teto por transação nas exchanges</a>. Na hora de tirar o dinheiro, o roteiro está em <a href="/posts/como-vender-criptomoedas-sacar-brl-pix-2026/">como vender cripto e sacar em reais</a>.</li>
<li><strong>Declare.</strong> A 561 é regra cambial, não tributária: nada muda na sua apuração. Vendas acima do teto mensal de isenção seguem sujeitas a ganho de capital, e o reporte mensal continua no e-CAC pelo DeCripto.</li>
<li><strong>Se você usa fintech de câmbio, espere ajuste de preço e de prazo.</strong> A reconstrução do trilho de liquidação leva meses, e o custo do câmbio tradicional tende a aparecer na tarifa e na cotação — exatamente o custo que a stablecoin existia para evitar.</li>
</ul>
<p>O dia 1º de outubro de 2026 entra no calendário como o dia em que o Brasil decidiu onde a stablecoin pode e onde ela não pode funcionar. Ela pode ficar na sua carteira, na sua exchange autorizada e nas suas transferências. Ela não pode ser o encanamento invisível de uma remessa internacional. A diferença é técnica, é regulatória e, a partir de hoje, também é de custo.</p>



<div class="bybit-cta" style="margin:2rem 0;padding:1.5rem;background:linear-gradient(135deg,#1a1a2e,#16213e);border-radius:12px;border:1px solid #f7b731;color:#fff;text-align:center">
  <h3 style="margin:0 0 0.75rem;font-size:1.25rem">🔥 Trade na Bybit Também</h3>
  <p style="margin:0 0 1rem;color:#ccc;line-height:1.6">Bybit é uma das top-3 exchanges globais. Cadastre-se com o código <strong>7LMZ0G</strong> e ganhe desconto nas taxas!</p>
  <a href="https://www.bybitglobal.com/invite?ref=7LMZ0G&amp;medium=referral&amp;utm_campaign=evergreen" target="_blank" rel="noopener noreferrer" style="display:inline-block;padding:0.75rem 2rem;background:#f7b731;color:#1a1a2e;border-radius:8px;font-weight:700;text-decoration:none;font-size:1rem">Cadastrar na Bybit →</a>
  <p style="margin:0.75rem 0 0;font-size:0.8rem;color:#888">⚠️ Investir em criptomoedas envolve riscos. Faça sua própria pesquisa (DYOR).</p>
</div>

]]></content:encoded></item></channel></rss>