<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><channel><title>Segundo Turno on Crypto GOD Brasil</title><link>https://br.crypto-god.com/tags/segundo-turno/</link><description>Recent content in Segundo Turno on Crypto GOD Brasil</description><image><title>Crypto GOD Brasil</title><url>https://br.crypto-god.com/images/og-default.jpg</url><link>https://br.crypto-god.com/images/og-default.jpg</link></image><generator>Hugo</generator><language>pt-br</language><lastBuildDate>Mon, 05 Oct 2026 08:45:00 +0800</lastBuildDate><atom:link href="https://br.crypto-god.com/tags/segundo-turno/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Eleição vai ao 2º turno: Flávio Bolsonaro tem 47,15% e Lula 45,02% — o que muda para o dólar, o bitcoin e o USDT de quem compra com Pix até 25 de outubro</title><link>https://br.crypto-god.com/posts/eleicao-segundo-turno-flavio-lula-bitcoin-usdt-pix-2026/</link><pubDate>Mon, 05 Oct 2026 08:45:00 +0800</pubDate><guid>https://br.crypto-god.com/posts/eleicao-segundo-turno-flavio-lula-bitcoin-usdt-pix-2026/</guid><description>Com 99,39% das urnas apuradas, Flávio Bolsonaro ficou com 47,15% dos votos válidos e Lula com 45,02%: a eleição vai ao segundo turno em 25 de outubro. O Ibovespa fechou a semana a 192.114 pontos, o dólar PTAX a R$ 5,2238 e o bitcoin a US$ 86,5 mil — e o prazo de 30 de outubro do Banco Central corre por fora.</description><content:encoded><![CDATA[<p>A eleição presidencial brasileira vai ser decidida em <strong>25 de outubro</strong>. Com <strong>99,39% das urnas apuradas</strong> na noite deste domingo (4), o senador <strong>Flávio Bolsonaro (PL)</strong> terminou o primeiro turno com <strong>47,15% dos votos válidos</strong> — <strong>55.909.203 votos</strong> — contra <strong>45,02%</strong> do presidente <strong>Luiz Inácio Lula da Silva (PT)</strong>, que somou <strong>53.391.858</strong>. Ninguém passou de 50% dos válidos, e a eleição que a maior parte das pesquisas apontava como disputa de voto a voto, com o presidente na frente, terminou com a ordem invertida na contagem oficial do TSE.</p>
<p>Para quem investe em cripto no Brasil, existe uma diferença prática entre este resultado e todos os outros que o país já viveu: a B3 estava fechada, mas o bitcoin não.</p>
<h2 id="o-placar-que-contrariou-as-pesquisas">O placar que contrariou as pesquisas</h2>
<p>O primeiro turno fechou com dois candidatos separados por cerca de <strong>2 milhões de votos</strong> e nada mais. O terceiro colocado, <strong>Augusto Cury (Avante)</strong>, ficou com <strong>2,90%</strong> dos válidos; o quarto, <strong>Renan Santos (Missão)</strong>, com <strong>2,25%</strong>. A partir de agora são pouco mais de três semanas para os dois primeiros ampliarem base, negociarem apoios com os eliminados e reduzirem rejeição antes da votação decisiva.</p>
<p>A leitura de que houve surpresa é sustentada pelos próprios levantamentos da reta final. O <strong>Datafolha divulgado em 3 de outubro</strong> mostrava <strong>Lula com 45%</strong> e <strong>Flávio com 42%</strong> dos votos válidos, com margem de erro de dois pontos. A apuração entregou o contrário, e a explicação mais repetida entre analistas é a migração de indecisos e de eleitores de direita no fim de semana — o tipo de movimento que nenhum instituto consegue capturar depois de encerrar o campo.</p>
<p>Para o mercado, o dado que importa não é quem terminou na frente. É a distância entre o que estava precificado e o que apareceu na urna — porque é essa diferença, e não o número absoluto, que move preço na abertura.</p>
<h2 id="o-que-já-estava-no-preço-até-sexta-feira">O que já estava no preço até sexta-feira</h2>
<p>O Ibovespa encerrou <strong>sexta-feira (2)</strong> aos <strong>192.114 pontos</strong>, alta de <strong>2,63%</strong> no dia e <strong>4,71%</strong> na semana, a cerca de <strong>5% da máxima histórica de 199.354 pontos</strong> registrada em abril. O volume negociado na B3 somou <strong>R$ 31,1 bilhões</strong>, bem acima da média de 50 pregões, de R$ 19,7 bilhões — dinheiro entrando antes da urna, não depois.</p>
<p>No câmbio, o dólar à vista fechou a <strong>R$ 5,2158</strong> (-0,08%), o <strong>PTAX de venda ficou em R$ 5,2238</strong> (+0,31%) e o contrato futuro de dólar terminou a <strong>R$ 5,239</strong> (-0,41%). O fluxo estrangeiro ajudou a explicar o apetite: a B3 registrou <strong>entrada líquida de R$ 323 milhões</strong> em 30 de setembro, fechou setembro com <strong>R$ 9,1 bilhões</strong> e acumula <strong>R$ 27,6 bilhões</strong> no ano. Os juros americanos, por outro lado, continuaram apertando: o Treasury de <strong>2 anos subiu a 4,835%</strong> e o de <strong>10 anos a 5,288%</strong>.</p>
<p>O pano de fundo doméstico segue morno na atividade: a <strong>produção industrial recuou 0,6%</strong> em agosto na comparação mensal e <strong>1,2%</strong> na comparação anual. Quem olha só o Ibovespa não vê esse detalhe.</p>
<h2 id="os-cenários-que-os-analistas-desenharam-para-esta-segunda">Os cenários que os analistas desenharam para esta segunda</h2>
<p>O primeiro pregão depois de uma votação é onde as proteções montadas antes do fim de semana são desmontadas de uma vez — e, por isso, costuma exagerar. O que o mercado vai tentar medir é se o resultado de domingo muda alguma coisa na trajetória fiscal, e não em quem ganha a eleição.</p>
<p>Nas contas de <strong>Flávio Conde, da Inside</strong>, o mercado vinha precificando algo perto de <strong>50% de chance para cada lado</strong>: com Lula, o Ibovespa cairia na direção dos <strong>170 mil pontos</strong>; com Flávio, subiria para perto dos <strong>220 mil</strong>. Na quinta-feira (1), o índice estava em <strong>187.197 pontos</strong> — exatamente no meio do caminho entre os dois cenários.</p>
<p>No câmbio, o <strong>Goldman Sachs</strong> trabalha com uma faixa larga: <strong>R$ 4,50 a R$ 4,80</strong> se o cenário pós-eleitoral for lido como fiscalmente mais rígido, <strong>R$ 5,80</strong> se o prêmio de risco voltar ao pico de dezembro de 2024, e um cenário extremo de <strong>R$ 4,35</strong> tomando como referência o ciclo colombiano. A estrategista do banco, Teresa Alves, foi explícita sobre uma coisa: o que mexe no câmbio é a mudança de política depois da eleição, não o resultado em si.</p>
<p>O precedente mais próximo é o de <strong>3 de outubro de 2022</strong>, o primeiro pregão após o primeiro turno daquele ano: <strong>Ibovespa +5,54%</strong> e <strong>dólar -4,09%</strong> em um único dia.</p>
<p>Vale guardar dois detalhes de mecânica que costumam passar batido. O primeiro: o Ibovespa mede ações, e a maior parte das empresas listadas não tem receita ligada a cripto — o que acontece na B3 chega ao mercado de cripto por dois canais, o dólar e o apetite a risco. O segundo: <strong>abertura não é tendência</strong>. Um movimento consistente aparece de forma coerente em dólar, juros e bolsa ao mesmo tempo; quando um sobe e o outro desce, é ruído.</p>
<h2 id="o-bitcoin-não-esperou-a-b3-abrir">O bitcoin não esperou a B3 abrir</h2>
<p>Enquanto a bolsa brasileira estava fechada no fim de semana, o mercado de cripto continuou funcionando — 24 horas por dia, sete dias por semana, sem pregão, sem leilão de abertura e sem horário de fechamento. Na prática, quem tem conta em corretora com Pix pôde acompanhar e negociar a leitura do resultado de domingo à noite, horas antes de o primeiro negócio sair na B3 nesta segunda-feira.</p>
<p>O que o gráfico mostrava na virada do domingo para a segunda: o <strong>bitcoin estava a US$ 86.525,14 às 00h00 UTC de 5 de outubro, alta de 1,97% em 24 horas</strong>. Em reais, uma unidade segue na casa dos <strong>R$ 449 mil</strong>, considerando a referência de fechamento de sexta-feira. A faixa de 24 horas registrada no dia 3 tinha <strong>mínima de US$ 83.898,29</strong> e <strong>máxima de US$ 87.085,81</strong> — e essa máxima já é a segunda tentativa de romper a região dos <strong>US$ 87 mil</strong> em pouco mais de uma semana.</p>
<p>O lado comprador tem um argumento concreto na mesa. Os <strong>ETFs americanos de bitcoin à vista</strong> registraram <strong>entrada líquida de US$ 82,9 milhões</strong> entre 28 de setembro e 2 de outubro, com fluxo positivo em <strong>quatro dos cinco pregões</strong>, segundo dados preliminares da Farside Investors. É bem menos do que os <strong>US$ 2,39 bilhões</strong> da semana anterior — mas é fluxo positivo. No acumulado do trimestre, os ETFs à vista absorveram <strong>US$ 6,3 bilhões</strong>.</p>
<p>Os detalhes diários contam uma história melhor. Em <strong>30 de setembro</strong>, os fundos tiveram <strong>saída líquida de US$ 148,7 milhões</strong>, encerrando nove pregões seguidos de entradas. Em <strong>1º de outubro</strong>, viraram: <strong>entrada de US$ 102,7 milhões</strong>, com destaque para o <strong>IBIT, da BlackRock, e seus US$ 195,57 milhões em um único dia</strong>.</p>
<p>E existe o outro lado, o que a Glassnode mede: às <strong>04h20 UTC de 2 de outubro</strong>, oito horas antes do payroll, <strong>US$ 50 milhões em posições vendidas</strong> foram encerradas à força em <strong>dez minutos</strong>. O open interest dos futuros <strong>subiu US$ 2,1 bilhões</strong> nas 24 horas que antecederam o dado de emprego e <strong>caiu US$ 1,5 bilhão</strong> depois. Traduzindo: parte da alta não foi compra nova de quem acredita no ativo — foi alavancagem entrando atrasada e saindo no primeiro solavanco.</p>
<p>Depois das 10h de Brasília desta segunda, o <strong>ISM de serviços dos Estados Unidos</strong> (referência de setembro) entra na conta e pode mexer com o dólar, que é o canal pelo qual o mercado cripto sente o Brasil.</p>
<h2 id="os-dois-candidatos-que-falavam-de-bitcoin-ficaram-pelo-caminho">Os dois candidatos que falavam de bitcoin ficaram pelo caminho</h2>
<p>Uma consequência direta do placar: os dois nomes que tinham proposta específica para cripto na campanha não chegaram ao segundo turno. <strong>Renan Santos (2,25%)</strong> prometeu no Blockchain.RIO 2026 criar uma <strong>reserva nacional de bitcoin</strong> e fazer do Brasil &ldquo;a maior nação crypto-friendly&rdquo; do mundo. <strong>Ronaldo Caiado</strong>, que ficou fora da disputa com <strong>2,34%</strong>, havia protocolado no TSE um plano de governo com <strong>alienação antecipada de criptomoedas apreendidas</strong> do crime organizado — o que, na prática, é leiloar o ativo antes do fim do processo.</p>
<p>Com os dois fora, a agenda cripto brasileira deixa de depender de promessa de candidato e passa a depender de calendário de regulador. E esse calendário já está marcado.</p>
<h2 id="a-conta-que-não-espera-a-urna-30-de-outubro">A conta que não espera a urna: 30 de outubro</h2>
<p>Cinco dias depois do segundo turno, em <strong>30 de outubro de 2026</strong>, vence o prazo para que as empresas que já operavam com criptoativos no Brasil protocolem o pedido de autorização como <strong>PSAV (Prestadora de Serviços de Ativos Virtuais)</strong> no Banco Central. Quem protocola dentro do prazo continua operando durante a análise. Quem não protocola precisa <strong>encerrar os serviços em até 90 dias</strong>.</p>
<p>O resto da fila é igualmente duro:</p>
<ul>
<li><strong>30 de outubro de 2026</strong>: fim do prazo de protocolo. O capital mínimo exigido vai de <strong>R$ 10,8 milhões a R$ 37,2 milhões</strong>, conforme a atividade, com segregação patrimonial obrigatória — e o mercado estima <strong>R$ 5 milhões a R$ 10 milhões por ano</strong> só para manter a estrutura de conformidade de pé.</li>
<li><strong>6 de novembro de 2026</strong>: instituições autorizadas passam a ser proibidas de realizar ou viabilizar operações com prestadores que estejam fora das condições permitidas pela regulação.</li>
<li><strong>1º de janeiro de 2027</strong>: entra em vigor a retenção cautelar de até <strong>24 horas</strong> para transferências de <strong>US$ 10 mil ou mais</strong> por operação isolada ou soma diária, quando destinadas a exchanges estrangeiras ou a carteiras de autocustódia — retenção para análise, não bloqueio definitivo.</li>
<li><strong>Já em vigor desde 1º de outubro</strong>: a comunicação obrigatória ao <strong>Coaf</strong> de transferências de <strong>US$ 10 mil ou mais</strong> para ou de carteiras autocustodiadas. É obrigação de reporte, não crime novo.</li>
</ul>
<p>O ajuste já está mudando o mapa do setor em 2026. <strong>Bitnuvem e NovaDAX</strong> encerraram operações no Brasil alegando custo e exigência regulatória, o <strong>Z.ro Bank</strong> parou de atender pessoa física e a <strong>Bybit reduziu derivativos</strong>, migrando clientes para uma entidade local. A <strong>Bitso</strong> transferiu a operação de varejo para o <strong>Mercado Bitcoin</strong>, que está no processo de autorização junto ao BCB.</p>
<p>E por que isso é assunto de investidor, não só de empresa? Porque o ativo digital mais usado no Brasil não é aposta em tecnologia, é dólar em forma de token. Dos <strong>R$ 1,58 trilhão</strong> em compras e vendas de criptoativos registradas desde agosto de 2019, <strong>R$ 1,13 trilhão (71,7%) foi em stablecoins</strong> — e nos últimos dois anos elas ficaram entre <strong>76% e 80%</strong> do volume. Desde julho de 2026, essas operações são informadas à Receita pela <strong>DeCripto</strong>. A plataforma por onde esse dinheiro passa deixou de ser escolha de conveniência e virou escolha de segurança jurídica.</p>
<h2 id="a-semana-que-começa-nesta-segunda">A semana que começa nesta segunda</h2>
<p>O calendário não dá trégua ao resultado da urna:</p>
<ul>
<li><strong>Segunda (5)</strong>: <strong>Boletim Focus do BCB às 8h25</strong> — a primeira mediana de projeções revisada depois do primeiro turno —, <strong>PMI composto da S&amp;P Global às 10h</strong> e, nos Estados Unidos, o <strong>ISM de serviços às 10h de Nova York</strong>.</li>
<li><strong>Terça (6)</strong>: balança comercial de setembro, pela Secex, às 15h.</li>
<li><strong>Quinta (8)</strong>: IPC-S da FGV às 8h e a Pesquisa Industrial Mensal Regional do IBGE às 9h.</li>
<li><strong>Sexta (9)</strong>: o dia mais pesado para o real. O <strong>IPCA de setembro sai às 9h</strong>, com o <strong>Bradesco projetando alta de 0,75%</strong> e o <strong>Itaú, 0,79%</strong>. Se confirmado, a inflação em 12 meses sai de <strong>4,2% para 4,5%</strong> — puxada, entre outras coisas, pelo reembolso do bônus de Itaipu nas contas de luz. Para referência, o <strong>IPCA-15 de setembro</strong> já havia vindo com <strong>alta de 0,70%</strong>, acumulando <strong>4,47% em 12 meses</strong>.</li>
<li>Na semana: a <strong>ata da reunião de setembro do FOMC</strong>.</li>
</ul>
<p>Mais à frente, dois compromissos fecham o ciclo: o <strong>Copom se reúne em 3 e 4 de novembro</strong> e o <strong>FOMC, em 27 e 28 de outubro</strong> — este último oito dias depois do segundo turno.</p>
<h2 id="como-entrar-com-pix--e-o-detalhe-do-limite-noturno">Como entrar com Pix — e o detalhe do limite noturno</h2>
<p>O caminho do brasileiro para qualquer um desses ativos continua sendo o mesmo, e continua curto: cadastro com CPF e documento com foto, <strong>depósito via Pix que cai na hora</strong> — sem taxa na maioria das plataformas — e compra direto na tela, sem passar por operação de câmbio. Uma pesquisa nacional do Datafolha com a Paradigma mostrou que <strong>17,2% dos brasileiros acima de 16 anos já tiveram cripto</strong>, o equivalente a quase <strong>29 milhões de pessoas</strong>, mais que o dobro do total que já teve ações.</p>
<p>O <strong>USDT</strong> cumpre aí um papel específico: é um token atrelado ao dólar, comprável em valores pequenos e a qualquer hora, o que permite a quem opera em reais acompanhar o movimento do câmbio sem abrir conta no exterior. Em semana de eleição, com o dólar reagindo a cada nova pesquisa e a cada ato de campanha, é a ferramenta de liquidez mais direta que existe para quem quer esperar o próximo capítulo sem ficar fora do mercado.</p>
<p>O detalhe que pega todo mundo é operacional: o <strong>limite noturno padrão do Pix é de R$ 1.000 entre 20h e 6h</strong>. Reduzir esse limite o banco atende na hora; <strong>aumentar leva de 24 a 48 horas</strong> para valer. Se o plano é operar depois do debate ou na noite do segundo turno, o ajuste precisa ser feito antes — não na hora.</p>
<h2 id="o-que-olhar-até-25-de-outubro">O que olhar até 25 de outubro</h2>
<p>O placar está na mesa: <strong>Flávio 47,15%, Lula 45,02%</strong>, segundo turno em <strong>25 de outubro</strong>, três semanas de campanha pela frente e uma agenda macro que não para. Nos próximos pregões, o que vai dizer se o mercado acreditou no resultado não é o número da abertura de segunda, e sim a coerência entre <strong>dólar, juros longos e Ibovespa</strong> — e, no cripto, entre o <strong>fluxo dos ETFs</strong> e a capacidade do bitcoin de finalmente segurar os <strong>US$ 87 mil</strong>. Depois disso, o cronômetro que ninguém consegue adiar: <strong>30 de outubro</strong>, cinco dias após a urna.</p>



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<ul>
<li>O que o payroll fraco, o alvo de US$ 113 mil do Citi e o dólar a R$ 5,22 já tinham colocado no preço antes da votação em <a href="/posts/citi-alvo-bitcoin-113-mil-payroll-fraco-eleicao-brasil-2026/">Citi eleva o alvo do Bitcoin para US$ 113 mil no dia da eleição</a>.</li>
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</ul>
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